2.4.15

Efeitos da Maconha no Organismo



 Autor GCM PREZOTTO
Licenciado em Letras 
Por/Esp (Anhanguera) Extensão 
Universitária Prevenção
 ao uso indevido 
de drogas( Senad-Ufsc)
 
Ao chegar na corrente sangüínea, a maconha passa por todos os tecidos do organismo. As sensações experimentadas variam com o teor de Delta 9THC das preparações (que varia de acordo com a parte da planta utilizada e o modo como são preparadas), via de introdução e absorção do Delta 9THC. Os efeitos variam muito de indivíduo para indivíduo e dependem da personalidade e mesmo do grau de experiência do indivíduo no uso da droga. Os efeitos são os mais diversos possíveis, a seguir listados, estão alguns efeitos e males causados pelo uso da maconha:




A curto prazo, os efeitos comportamentais típicos são:

• período inicial de euforia (sensação de bem-estar e felicidade, seguido de relaxamento e sonolência).
• quando em grupo, ocorrem risos espontâneos(risos e gritos imoderados como reação a um estímulo verbal qualquer).
• perda da definição de tempo e espaço: o tempo passa mais lentamente (um minuto pode parecer uma hora ou mais), e as distâncias são calculadas muito maiores do que realmente são (um túnel de 10 metros de comprimento.Pôr exemplo pode parecer ter 50 ou 100 metros).
• coordenação motora diminuída: perda do equilíbrio e estabilidade postular.
• alteração da memória recente.
• falha nas funções intelectuais e cognitivas.
• maior fluxo de idéias
• pensamento mais rápido que a capacidade de falar,dificultando a comunicação oral, a concentração, o aprendizado e o desenvolvimento intelectual.
• idéias confusas.
• aumento da freqüência cardíaca (taquicardia).
• hiperemia das conjuntivas (olhos vermelhos).
• aumento do apetite (especialmente por doces) com secura na boca e garganta.

Doses mais altas de podem levar a:
• alucinações, ilusões e paranóias.
• pensamentos confusos e desorganizados.
• despersonalização.
• ansiedade e angústia que podem levar ao pânico.
• sensação de extremidades pesadas.
• medo da morte.
• incapacidade para o ato sexual (até impotência).

A longo prazo, a extensão dos danos, bem caracterizados, se restringem ao sistema pulmonar e cardiovascular.


• maior risco de desenvolver câncer de pulmão.
• diminuição das defesas, facilitando infecções.
• dor de garganta e tosse crônica.
• aumenta os riscos de isquemia cardíaca.
• percepção do batimento cardíaco.

Observação:

• A mulher que amamenta passa as toxinas da droga para a criança através do leite materno.


Conclusão
É impossível dizer que a maconha não faz mal. É um vício, considerado por muitos como doença. Quem está vendo de fora pouco sabe sobre ela. Quem já viveu uma experiência com maconha tem outra visão. Por melhor que seja o prazer causado pela inalação de um cigarro feito de maconha ele com certeza não trará bons resultados no futuro.
A maconha chega ate o usuário pelo traficante, que repassa a droga a um conhecido, que por sua vez oferece a um não viciado. Ai está a dinâmica de iniciação do novo viciado, em geral fumante. São inúmeras as consequências maléficas do uso da maconha, que vão desde baixo rendimento nos estudos até alterações hormonais. O vício sempre é mais forte e pensando no prazer ou por vício o usuário ser esquece das consequências a longo prazo e reincide novamente.
Então é correr atrás do prejuízo, tentar se livrar do vício da maconha, que geralmente leva a outros vícios, pois onde há maconha quase sempre também há outras drogas. Do ponto de vista técnico, a maconha age no cérebro alterando sua função, causando várias conseqüências. Há portanto muita coisa a dizer e se fazer para se minimizar o uso da maconha. Devemos começar por entender como ela age e seus efeitos. Instruir as novas gerações para que não caiam no vicio.

Fonte: http://www.gcmduarte.com/

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